Os números são sorteados e servem só para testar software: passam no cálculo dos dígitos, mas não foram emitidos para você. Como são aleatórios, podem coincidir com o documento de alguém — use-os apenas em ambiente de teste. Usar número de documento para se passar por outra pessoa, abrir conta ou fazer compra é crime (falsidade ideológica, art. 299 do Código Penal).
Como o CPF é formado
O CPF tem 11 dígitos. Os 8 primeiros são o número de inscrição, o 9º indica a região fiscal de emissão e os 2 últimos são dígitos verificadores, calculados a partir dos 9 anteriores pelo módulo 11. É esse cálculo que permite a um sistema detectar um número digitado errado sem consultar a Receita.
Exemplo: CPF 529.982.247-25
- 1º dígito: multiplique os 9 primeiros por 10, 9, 8 … 2 e some:
5×10 + 2×9 + 9×8 + 9×7 + 8×6 + 2×5 + 2×4 + 4×3 + 7×2 = 295. O resto de 295 por 11 é 9; como é 2 ou mais, o dígito é 11 − 9 = 2. - 2º dígito: some os 10 primeiros (já com o 2) multiplicados por 11, 10 … 2:
347. Resto 6, dígito 5.
Regiões fiscais do CPF
| 9º dígito | Estados |
|---|---|
| 1 | DF, GO, MS, MT, TO |
| 2 | AC, AM, AP, PA, RO, RR |
| 3 | CE, MA, PI |
| 4 | AL, PB, PE, RN |
| 5 | BA, SE |
| 6 | MG |
| 7 | ES, RJ |
| 8 | SP |
| 9 | PR, SC |
| 0 | RS |